Sementes de Couve (2 variedades)

1,59

Couve ‘Tronchuda Portuguesa’

A couve portuguesa que não pode faltar na mesa de consoada! No litoral pode ser plantada durante todo o outono para que haja sempre folhas suculentas durante todo o inverno. Precisa de um solo rico em nutrientes para um desenvolvimento adequado. Por um Natal mais bio!

Quantidade: 1,5gr

Couve de Bruxelas ‘Groninger’

Variedade de pequenas couves que nascem do caule da planta, muito utilizadas na cozinha como acompanhamento. Contém um elevado teor de fibras, minerais e antioxidantes, sendo uma excelente adição à alimentação de diabéticos. Apesar de não serem muito exigentes em termos de solo, preferem solos argilosos e alcalinos.

Quantidade: 0,5 gr

Produzido em Portugal, Idanha-a-Nova

REF: SE-CV2V-SV Categorias: , Marca:

A Marca

 

A Sementes Vivas, fundada em 2015, é a única empresa ibérica dedicada de forma exclusiva à produção de sementes 100% biológicas, de alta qualidade com certificação biológica e certificação Demeter. Fazem a produção e o melhoramento de sementes biológicas para consumidores finais, agricultores profissionais e viveiros, retalho e ainda a multiplicação para outras empresas de sementes europeias.

Esta certificação DEMETER é ainda mais restrita e específica que a certificação biológica, comprovando que tentam ao máximo ter práticas agrícolas que promovam um ciclo fechado na sua quinta, com a compra de menos insumos de fora. A utilização de adubos é praticamente nula, focando-se principalmente na adubação verde e na rotação de culturas.

A quinta da Sementes Vivas tem outras particularidades, não são só sementes! Têm, por exemplo, um pomar tradicional de amendoeiras com 28 anos. Há dois anos aumentaram o pomar com plantações de árvores de fruto de diversas variedades: macieiras, pereiras, laranjeiras, romãzeiras, cerejeiras, entre outras.

Outra destas particularidades são as galinhas! Têm um galinheiro com algumas dezenas de galinha autóctones da raça Pedrês Portuguesa que  ajudam com a limpeza, e trazem fertilidade de volta ao consumirem os restos do processamento de sementes. São também preciosas na ajuda do controlo de algumas pragas.

 

Época de Sementeira

 

Couve ‘Tronchuda Portuguesa’

Couve de Bruxelas ‘Groninger’

 

Dicas de Cultivos

 

Couve ‘Tronchuda Portuguesa’

Sementeira

Feita em tabuleiro com transplante para o local definitivo cerca de 6 semanas depois, quando as plantas tem 4 a 5 folhas.

Solo

A cultura prefere solos férteis, bem drenados, desenvolvendo-se em várias texturas desde as mais pesadas a mais arenosas. O pH deve situar-se entre 6.5 e 7.5.

Clima

Prefere locais com boa exposição solar, não suportando temperaturas excessivas.

Fertilização

Deve ser realizada uma fertilização de fundo com composto, tendo em conta que azoto em excesso leva a plantas menos resistentes ao frio.

Rega

A cultura necessita de água regularmente, não podendo estar em falta nem excesso, sendo a rega por gota-a-gota uma boa opção.

Controlo de infestantes

Inicialmente as falsas sementeiras, nas fases posteriores a monda mecânicas (com sachador de estrelas e multifresa) e o mulching com materiais orgânicos são opções interessantes para a cultura, ajudando a diminuir a competição com infestantes. O mulching com plástico é uma opção interessante, pois para além do controlo de infestantes ajuda a controlar a mosca da couve.

Controlo de pragas

A lagarta das folhas, lagartas roscas e mosca da couve são pragas da cultura. Para a lagarta das folhas recomenda-se o tratamento biológico com Bacillus thuringiensis de preferência com aderente (silicato de sódio, óleo de pinho ou leite em pó magro). As lagartas roscas são controladas evitando o uso de estrume fresco, isco com farelo + melaço + Bacillus thuringiensis  sobre o terreno junto à cultura, Bacillus thuringiensis em pulverização, luta biológica com nemátodes Steinernema carpocapsae e, se necessário, pulverizações com azadiractina. A mosca da couve pode ser controlada pelo enrelvamento com trevo branco ou outro trevo rasteiro, espalhando serradura ou cinza entre as plantas, não deixar troços velhos de couve no terreno, retirar e queimar plantas infestadas, não usar estrume fresco e cobrir o solo com plástico à volta das plantas.

Controlo de doenças

O míldio, oídio e a podridão negra são três importantes doenças da cultura. Para o controlo do míldio devem ser usadas rotações culturais adequadas, compassos largos, evitar água sobre as plantas (conseguida com rega gota-a-gota) , se necessário, pela aplicação de fungicidas cúpricos. O oídio pode ser controlado através de compassos largos, fertilização moderada sem excesso de azoto e pela aplicação de enxofre em pó polvilhável ou enxofre em pó + lithothamne (1:1) em polvilhação, sendo esta forma menos fitotóxica que enxofre estreme. A podridão negra pode ser controlada pela aplicação de produtos cúpricos.

Couve de Bruxelas ‘Groninger’

Sementeira

Feita em tabuleiro com transplante para o local definitivo cerca de 6 semanas depois, quando as plantas tem 4 a 5 folhas.

Solo

A cultura prefere solos férteis, bem drenados, desenvolvendo-se em várias texturas desde as mais pesadas a mais arenosas. O pH deve situar-se entre 6.5 e 7.5.

Clima

Prefere locais com boa exposição solar, não suportando temperaturas excessivas.

Fertilização

Deve ser realizada uma fertilização de fundo com composto, tendo em conta que azoto em excesso leva a plantas menos resistentes ao frio.

Rega

A cultura necessita de água regularmente, não podendo estar em falta nem excesso, sendo a rega por gota-a-gota uma boa opção.

Controlo de infestantes

Inicialmente as falsas sementeiras, nas fases posteriores a monda mecânicas (com sachador de estrelas e multifresa) e o mulching com materiais orgânicos são opções interessantes para a cultura, ajudando a diminuir a competição com infestantes. O mulching com plástico é uma opção interessante, pois para além do controlo de infestantes ajuda a controlar a mosca da couve.

Controlo de pragas

A lagarta das folhas, lagartas roscas e mosca da couve são pragas da cultura. Para a lagarta das folhas recomenda-se o tratamento biológico com Bacillus thuringiensis de preferência com aderente (silicato de sódio, óleo de pinho ou leite em pó magro). As lagartas roscas são controladas evitando o uso de estrume fresco, isco com farelo + melaço + Bacillus thuringiensis  sobre o terreno junto à cultura, Bacillus thuringiensis em pulverização, luta biológica com nemátodes Steinernema carpocapsae e, se necessário, pulverizações com azadiractina. A mosca da couve pode ser controlada pelo enrelvamento com trevo branco ou outro trevo rasteiro, espalhando serradura ou cinza entre as plantas, não deixar troços velhos de couve no terreno, retirar e queimar plantas infestadas, não usar estrume fresco e cobrir o solo com plástico à volta das plantas.

Controlo de doenças

O míldio, oídio e a podridão negra são três importantes doenças da cultura. Para o controlo do míldio devem ser usadas rotações culturais adequadas, compassos largos, evitar água sobre as plantas (conseguida com rega gota-a-gota) , se necessário, pela aplicação de fungicidas cúpricos. O oídio pode ser controlado através de compassos largos, fertilização moderada sem excesso de azoto e pela aplicação de enxofre em pó polvilhável ou enxofre em pó + lithothamne (1:1) em polvilhação, sendo esta forma menos fitotóxica que enxofre estreme. A podridão negra pode ser controlada pela aplicação de produtos cúpricos.

 

 

 

Espécie

Couve 'Tronchuda Portuguesa', Couve de Bruxelas 'Groninger'

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